Fiquei a saber, logo nas primeiras páginas, algumas das engenhocas tecnologicamente evoluídas do nosso tempo: óculos ligados à internet que, através de um diodo emissor de luz, envia luz directamente à retina, ou carros sem condutor.
O autor aposta no fascínio pela tecnologia, manifestando o seu exponencial historial. Ele diz que a "computação omnipresente" será uma realidade, sem apontar um único inconveniente. Ele fala das "vozes desencarnadas" dos detratores iniciais do telefone, e depois diz que a tecnologia levanta a "névoa da guerra" tornando esta muito mais eficaz (!). Ou seja, não tem em consideração os factores sociais, psicológicos e até emocionais que poderão ter impacto nas nossas vidas.
Eu respeito a Lei de Moore com alguma apreensão, se os computadores podem duplicar a sua capacidade a cada 18 meses, é preciso lembrar que nós evoluímos por milhares de anos, e não meses.
Sei que Kaku tem resposta para isto: a fusão da matéria com a mente. Em todo o caso, alertar para termos cuidado não ficaria mal numa análise da Física do futuro.
Nota: ainda não acabei o livro.
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