"Ora não é isso que sucede nos textos dos próprios planos governamentais, quando o género feminino aparece não em pé de igualdade gráfica mas entre parênteses. Ou seja, em lugar de lermos “conselheiro/a”, lemos “conselheiro(a)”. Sendo que o parênteses remete para uma indicação acessória, enquanto a barra sugere uma representação simétrica."
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