quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Governo sexista

O editorial do Público de hoje deu de caras com um exemplo linguístico sexista.

"Ora não é isso que sucede nos textos dos próprios planos governamentais, quando o género feminino aparece não em pé de igualdade gráfica mas entre parênteses. Ou seja, em lugar de lermos “conselheiro/a”, lemos “conselheiro(a)”. Sendo que o parênteses remete para uma indicação acessória, enquanto a barra sugere uma representação simétrica."

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